10.9.06
MENSAGENS PARA REFLEXÃO
SENHOR ENSINA-NOS
A orar sem esquecer o trabalho;
a dar sem olhar a quem;
a servir sem perguntar até quando;
a sofrer sem magoar seja quem for;
a progredir sem perder a simplicidade;
a semear o bem sem pensar nos resultados;
a semear o bem sem pensar nos resultados;
a desculpar sem condições;
a marchar para frente sem contar os obstáculos;
a ver sem malícia;
a escutar sem corromper os assuntos;
a falar sem ferir;
a compreender o próximo sem exigir entendimento;
a respeitar os semelhantes sem reclamar consideração;
a dar o melhor de nós, além da execução do próprio dever,
sem cobrar taxas de reconhecimento, Senhor, fortalece em nós a paciência,
Para com as dificuldades dos outros, assim como precisamos da paciência,
Dos outros para com nossas dificuldades…
Ajuda-nos, sobretudo, a reconhecer que a nossa felicidade mais alta será,
Invariavelmente, aquela de cumprir-te os desígnios onde e como queiras,
Hoje, agora e sempre…
Emmanuel.
CALMA
Se você está no ponto de estourar mentalmente, silencie alguns instantes para pensar.
Se o motivo é moléstia no próprio corpo, a intranqüilidade traz o pior.
Se a razão é enfermidade em pessoa querida, o seu desajuste é fator agravante.
Se você sofreu prejuízos materiais a reclamação é bomba atrasada, lançado caso novo.
Se perdeu alguma afeição, a queixa tornará você uma pessoa menos simpática, junto de outros amigos.
Se deixou alguma oportunidade valiosa para trás, a inquietação é desperdício de tempo.
Se contrariedades aparecem, o ato de esbravejar afastará de você o concurso espontâneo.
Se você praticou um erro, o desespero é porta aberta a faltas maiores.
Se você não atingiu o que desejava, a impaciência fará mais larga distância entre você e o objeto a alcançar.
Seja qual for a dificuldade, conserve a calma, trabalhando, porque em todo o problema, a serenidade é o teto da alma,pedindo o serviço por solução.
André Luiz.
ENTENDIMENTO
Ama e auxilia sem distinção.
Não desprezes os que caminham nos andrajos das grandes provas,
E nem censures os que seguem no carro da fortuna aparente,
Todos nós somos filhos de Deus.
Meimei.
SENDA DE DEUS
Dificuldade a frente? Mais serviço no bem.
Família em descontrole? Age na paz do bem.
Injúrias e agressões? Olvida e fase o bem.
Confidências amargas? Mostra a face do bem.
Moléstia e sofrimento? Aceita e atende ao bem.
A prática do bem é a senda para Deus…
Emmanuel.
NAS MÃOS DE JESUS
As mãos de Jesus guiarão nossas mãos e, quando a tormenta estiver rugindo por fora, acendamos a flama da prece e ouviremos juntos o Senhor de nossas vidas. Calma e segurança, paciência e fé viva !
Estejamos com o Divino Mestre, tanto quanto o Divino Mestre está conosco.
Batuíra
ENTREGA-TE A DEUS
Procuraste remédio,
Para o mal que te aflige.
Repouso demorado
Ampliou-te a aflição.
Longas explicações
Aumentaram-te as dores.
Companhias aos montes,
Fizeram-te mais só.Detém-te, ora e reflete,
Contemplando a ti mesmo.
Se pretenderes curar-te,
Busca entregar-te a Deus.
Emmanuel .
REMUNERAÇÃO ESPIRITUAL
Quando o trabalho, no entanto, se transforma em prazer de servir, surge o ponto mais importante da remuneração espiritual:
Toda vez que a Justiça Divina nos procura no endereço exato para execução das sentenças que lavramos contra nós próprios, segundo as leis de causa e efeito, se nos encontra em serviço ao próximo, manda a Divina Misericórdia que a execução seja suspensa, por tempo indeterminado.
Emmanuel .


criado por Regina Carrado
18:05:28 — Arquivado em:
Comentário por Regina — 11.9.06 @ 22:27:57
Um cantinho de mensagens para refletirmos, essas mesmas são retiradas de folhetos, textos de livros, enfim o que eu estou a fim de postar para um auxilio a quem precisa..Com certeza postarei novas mensagens e textos que vou lendo, gostando e tentando levar a sementinha de amor em cada coração que por aqui passar…
Beijão da Rê..
Comentário por Diva — 17.9.06 @ 23:52:03
Parabens Regina, pois essas reflexões são bastante importante em nossa vida, pois com elas fazemos nossa reforma intima e com certeza, se colocarmos bastante amor em tudo que fizermos estaremos acima de tudo colocando em pratica o que o Nosso Mestre Jesus nos ensinou.
Sem amor eu nada seria.
Comentário por MacOcast — 18.10.09 @ 15:15:01
Casei-Me! E agora??
Para uns, estarão a partir deste momento obrigados ao outro ao qual escolhera como esposo (a). Para outros se trata de um acordo o qual poderá ser desfeito a qualquer momento por qualquer motivo que julgarem ser obstáculo intransponível, pois auto-edificação e a observância de suas atitudes não se faz, no entendimento destes, obrigatória para o desenvolvimento do mútuo respeito e, por conseguinte a paz conjugal. Para a grande maioria o amor pode ser definido por evento casual e temporal, vindo e indo de conformidade com os interesses sociais e materiais. Essas idéias compõem o quadro típico de uma sociedade adoecida pelo egoísmo e o materialismo, que são frutos da ignorância.
Para a prática do amor verdadeiro se dará a perda do sentimento de individualidade em pró ao sentimento da coletividade. Não há como amar o próximo tendo como raízes a individualidade. Jesus Cristo nos amou a todos sem considerar-se um indivíduo. Tal afirmativa torna-se clara quando ele mesmo se intitula como sendo o principio e o fim. Se ele cultivasse a individualidade não teria como participar de tudo e todos. Seria ele uma unidade apartada do todo. Não há como praticar a comunhão e ser individualista.
O individualismo e o amor são em sua natureza antagônicos. Se o apego destrói a visão amável de um ser para com o outro, tentando controlá-la e obrigá-la aos laços que poderão ser, segundo a intensidade do sentimento de apego sufocante, o individualismo, na extremidade oposta, causa o mesmo efeito, distorcendo a imagem da pessoa que é extremamente individualista diante ao parceiro, dando ao outro a impressão de que nada signifique em sua vida e, mesmo que exista amor entre os dois, os parceiros poderão não conseguir co-existir no mesmo ambiente. Assim fatalmente ocorrerá a separação do casal.
Devem, pois aos os dois o entendimento que nem pelo individualismo e nem pelo apego exagerado, se poderá manter uma família estável e saudável. Há de se compreender que os dois são extremos danosos e que devem ser eliminados da personalidade, para que se possa através do autocontrole e do autoconhecimento dissolver os embaraços da influencia destes dois sentimentos negativos.
Ao casal que se funde diante de Deus cabe a responsabilidade de prosseguir com a união sempre visando o bem estar dos dois, para assim poderem progredir juntos, já que o compromisso da união se deve, na sua maioria, a um acordo pre-encarnatório. As uniões dentro deste molde se caracterizam pela grande dificuldade de se quebrar o enlace de um modo regular, há muitas vezes o envolvimento de filhos que se fazem pela posição que tornam, diante das crises dos pais, como mediadores da paz e da perpetração a união do casal. Embora possam não sofrer tanto com a idéia da separação dos pais, estes sentem em seu íntimo que os pais devem permanecer juntos para o bem dos dois.
A individualidade no casamento não deve ser cultivada de modo a haver perdas no relaciona-mento. É importante que os cônjuges tenham sabedoria ao exercitar a própria individualidade, nunca elevando e valorizando de modo irresponsável os próprios desejos, sempre tendo como preceito os mais elevados valores morais e o maior bom senso possível.
Como devem os maridos tratar as suas esposas?
Em Efésios 5:25-28: “Vós, maridos, amai a vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, a fim de santificá-la, tendo-a purificado com a lavagem da água, pela palavra, para apresentá-la a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem qualquer coisa semelhante, mas santa e irrepreensível. Assim devem os maridos amar a suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo.”
Os maridos devem tratar as suas esposas com respeito e honra.
Em 1 Pedro 3:7: “Igualmente vós, maridos, vivei com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais frágil, e como sendo elas herdeiras convosco da graça da vida, para que não sejam impedidas as vossas orações.”
Como devem as mulheres tratar os seus maridos?
Em Efésios 5:22-24: “Vós, mulheres, submetei-vos a vossos maridos, como ao Senhor; porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o Salvador do corpo. Mas, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres o sejam em tudo a seus maridos.”
Significa isto que a mulher deve ser a única a submeter-se?
Não! Num casamento ambos se submetem.
Em Efésios 5:21: “Sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo.”
Que Se diz sobre o abuso físico e verbal?
Em Colossenses 3:19: “Vós, maridos, amai a vossas mulheres, e não as trateis asperamente.”
Para ter um bom casamento, resolvam as vossas diferencias imediatamente.
Em Efésios 4:26: “Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira.” Faça com que a relação esteja sempre a melhorar no sentido de unidade e de entendimento da parte um do outro.
Em Efésios 4:2-3: “Com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, procurando diligentemente guardar a unidade do Espírito no vínculo da paz.”
Que perspectiva deve ter a sociedade sobre o casamento?
Em Hebreus 13:4: “Honrado seja entre todos os matrimônio e o leito sem mácula; pois aos devassos e adúlteros, Deus os julgará.”
Que mandamentos deu Deus para proteger o casamento?
O séptimo e o décimo mandamento.
Em Êxodo 20:14, 17: “Não adulterarás. …Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.”
O QUE JESUS ENSINOU SOBRE O CASAMENTO?
Jesus disse que ele veio para cumprir a lei e não para destruí-la. Portanto, tudo que Jesus falou sobre o assunto concordava com a lei que estava em vigor. De fato, é notável que Cristo intensificou a lei, dando o sentido verdadeiro dela.
Em Mat. 5:27 e 28 explica que só o ato de cobiçar a mulher já é adultério.
Em Mat. 5:31-32 mostra o que ele pensava dos antigos. V. 31 ! Também foi dito: Qualquer que deixar sua mulher, dê-lhe carta de desquite. ” Em v. 32 !Eu, porém, vos digo que qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de prostituição, faz que ela cometa adultério, e qualquer que casar com a repudiada comete adultério.”
O QUE DIZ KARDEC SOBRE O CASAMENTO?
Evangelho Segundo o Espiritismo Capítulo XXII
“_No casamento, o que é de ordem divina é a união dos sexos, para que se opere a substitui-ção dos seres que morrem; mas, as condições que regulam essa união são de tal modo humanas, que não há, no mundo inteiro, nem mesmo na cristandade, dois países onde elas sejam absolutamente idênticas, e nenhum onde não hajam, com o tempo, sofrido mudanças. Daí resulta que, em face da lei civil, o que é legítimo num país e em dada época, é adultério noutro país e noutra época, isso pela razão de que a lei civil tem por fim regular os interesses das famílias, interesses que variam segundo os costumes e as necessidades locais. Assim é, por exemplo, que, em certos países, o casamento religioso é o único legítimo; noutros é necessário, além desse, o casamento civil; noutros, finalmente, este últi-mo casamento basta.
Mas, na união dos sexos, a par da lei divina material, comum a todos os seres vivos, há outra lei divina, imutável como todas as leis de Deus, exclusivamente moral:
A lei de amor.
Ao dizer Deus: “Não sereis senão uma só carne”, e quando Jesus disse: “Não separeis o que Deus uniu”, essas palavras se devem entender com referência à união segundo a lei imutável de Deus e não segundo a lei mutável dos homens.
Quis Deus que os seres se unissem não só pelos laços da carne, mas também pelos da alma, a fim de que a afeição mútua dos esposos se lhes transmitisse aos filhos e que fossem dois, e não um somente, a amá-los, a cuidar deles e a fazê-los progredir. Nas condições ordinárias do casamento, a lei de amor é tida em consideração? De modo nenhum. Não se leva em conta a afeição de dois seres que, por sentimentos recíprocos, se atraem um para o outro, visto que, as mais das vezes, essa afeição é rompida. O de que se cogita, não é da satisfação do coração e sim da do orgulho, da vaidade, da cupidez, numa palavra: de todos os interesses materiais. Quando tudo vai pelo melhor consoante esses interesses, diz-se que o casamento é de conveniência e, quando as bolsas estão bem aquinhoadas, diz-se que os esposos igualmente o são e muito felizes hão de ser.
O que deve se entender, relativo ao tema na sua total abrangência, é que há casamentos que devido a sua natureza controversa, causará aos cônjuges imensa dor e os mesmos muito dificilmente conseguirão seguir juntos na jornada a que se propuseram. Devemos ficar atentos a questão e aconselharmos nossos jovens para que sigam de modo criterioso as observações deixadas pelo nosso mestre Jesus. A Lei de Deus nos incita a observância dos fatos e a cautela em nossas atitudes.
Relações conjugais bem equilibradas se fazem por um trabalho diuturno, pela observância das leis divinas, pelo que estas serão o marco principal da comunhão familiar e a educação dos filhos para que possam amanha terem valores morais sólidos para construir os próprios lares. Ao homem cabe, sem duvida alguma, o entendimento de os votos feitos a Deus, independentemente das leis humanas que regem a sociedade onde vivem. As leis humanas podem sim servir para regulamentação da distribuição e regência dos bens materiais, e para tais se fazem necessárias. Porém em se tratando de relações espirituais estas não prevalecem à lei de Deus, pois são perenes e variam segundo aos interesses sociais em cada era.
MacOCast — em 18 de outubro de 09
Comentário por Regina Carrado — 19.10.09 @ 10:56:32
Um comentário para se pensar…
Obrigada por ter passado aqui…
Um Abraço..Regina